sábado, 23 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
Primeira Máquina
Essa é a primeira câmera comercialmente produzida. Foi criada em 1839, seguindo o desenho de Louis Daguerre, por seu cunhado Alphonse Giroux.
Foi vendida recentemente em um leilão, em Viena, por 732 mil euros.
Foi vendida recentemente em um leilão, em Viena, por 732 mil euros.
História da Fotografia.
A história da fotografia pode ser contada a partir das
experiências executadas por químicos e alquimistas desde a mais remota
antiguidade. Por volta de 350 a.C., aproximadamente na época em que viveu Aristóteles na Grécia antiga, já se conhecia o
fenômeno da produção de imagens pela passagem da luz através de um pequeno
orifício. Alhazen em torno do século X, descreveu um método
de observação dos eclipses solares através da utilização de uma câmara escura.
A câmara escura na época, consistia de um quarto com um pequeno orifício aberto
para o exterior.
Em 1525 já se conhecia o
escurecimento dos sais de prata, no ano de 1604 o físico-químico
italiano Ângelo Sala estudou o escurecimento de alguns compostos de prata pela
exposição à luz do Sol. Até então, se conhecia o processo de escurecimento e de
formação da imagens efêmeras sobre uma película dos referidos sais, porém havia
o problema da interrupção do processo. Em 1725, Johann Henrich Schulze, professor de medicina na Universidade de Aldorf, na Alemanha, conseguiu uma
projeção e uma imagem com uma duração de tempo maior, porém não conseguiu
detectar o porquê do aumento do tempo. Continuando suas experiências, Schulze
colocou à exposição da luz do sol um frasco contendo nitrato de prata,
examinando-o algum tempo depois, percebeu que a parte da solução atingida pela
luz solar tornou-se de coloração violeta escura. Notou também, que o restante
da mistura continuava com a cor esbranquiçada original. Sacudindo a garrafa,
observou o desaparecimento do violeta. Continuando, colocou papel carbono no
frasco e o expôs ao sol, depois de certo tempo, ao remover os carbonos,
observou delineados pelos sedimentos escurecidos padrões esbranquiçados, que
eram as silhuetas em negativo das tiras opacas do papel. Schulze estava em dúvida
se a alteração era devida à luz do sol, ou ao calor. Para confirmar se era pelo
calor, refez a mesma experiência dentro de um forno, percebendo que não houve
alteração. Concluiu então, que era a presença da luz que provocava a mudança.
Continuando suas experiências, acabou por constatar que a luz de seu quarto era
suficientemente forte para escurecer as silhuetas no mesmo tom dos sedimentos
que as delineavam. O químico sueco Carl Wilhelm Scheele, em 1777, também comprovou o enegrecimento dos sais devidos à
ação da luz.
Thomas Wedgwood realizou no início do século XIX experimentos
semelhantes. Colocou expostos à luz do sol algumas folhas de árvores e asas de
insetos sobre papel e couro branco sensibilizados com prata. Conseguiu
silhuetas em negativo e tentou de diversas maneiras torná-las permanentes.
Porém, não tinha como interromper o processo, e a luz continuava a enegrecer as
imagens.
Schulze, Scheele, e Wedgewood descobriram o
processo onde os átomos de prata possuem a propriedade de possibilitar a
formação de compostos e cristais que reagem de forma delicada e controlável à
energia das ondas de luz. Porém, o francês Joseph-Nicéphore Niépce o fisionotraço e a litografia. Em 1817, obteve
imagens com cloreto de prata sobre papel. Em 1822, conseguiu fixar uma imagem
pouco contrastada sobre uma placa metálica, utilizando nas partes claras
betume-da-judéia, este fica insolúvel sob a ação da luz, e as sombras na base
metálica. A primeira fotografia conseguida no mundo foi tirada no verão de 1826, da janela da casa de Niepce, encontra-se preservada até
hoje. Esta descoberta se deu quando o francês pesquisava um método automático
para copiar desenho e traço nas pedras de litografia. Ele sabia que alguns
tipos de asfalto entre eles o betume da judéia endurecem quando expostos à luz.
Para realizar seu experimento, dissolveu em óleo de lavanda o asfalto, cobrindo
com esta mistura uma placa de peltre (liga de antimônio, estanho, cobre e
chumbo). Colocou em cima da superfície preparada uma ilustração a traço banhada
em óleo com a finalidade de ficar translúcida. Expôs ao sol este endureceu o
asfalto em todas as áreas transparentes do desenho que permitiram à luz atingir
a chapa, porém nas partes protegidas, o revestimento continuou solúvel. Niépce
lavou a chapa com óleo de lavanda removendo o betume. Depois imergiu a chapa em
ácido, este penetrou nas áreas em que o betume foi removido e as corroeu.
Formando desta forma uma imagem que poderia ser usada para reprodução de outras
cópias.
Niepce e Louis-Jacques Mandé Daguerre
iniciaram suas pesquisas em 1829. Dez anos depois, foi lançado o processo chamado
daguerreótipo.
Este consistia numa placa de ouro e prateada,
exposta em vapores de iodo, desta maneira, formava uma camada de iodeto de
prata sobre si. Quando numa câmara escura e exposta à luz, a placa era revelada
em vapor de mercúrio aquecido, este aderia onde havia a incidência da luz
mostrando as imagens. Estas eram fixadas por uma solução de tiossulfato de
sódio. O daguerreótipo não permitia cópias, apesar disso, o sistema de Daguerre
se difundiu. Inicialmente muito longos, os tempos de exposição encurtaram
devido às pesquisas de Friedrich Voigtländer e John F. Goddard em 1840, estes criaram lentes com abertura maior e
ressensibilizavam a placa com bromo.
William
Henry Fox Talbot lançou, em 1841, o calótipo, processo mais eficiente de fixar imagens. O
papel impregnado de iodeto de prata era exposto à luz numa câmara escura, a
imagem era revelada com ácido gálico e fixada com tiossulfato de sódio.
Resultando num negativo, que era impregnado de óleo até tornar-se transparente.
O positivo se fazia por contato com papel sensibilizado, processo utilizado até
os dias de hoje.
O calótipo foi a primeira fase na linha de
desenvolvimento da fotografia moderna, o daguerreótipo conduziria à
fotogravura, processo utilizado para reprodução de fotografias em revistas e
jornais.
Frederick Scott
Archer inventou em 1851 a emulsão de colódio
úmida. Era uma solução de piroxilina em éter e álcool, adicionava um iodeto
solúvel, com certa quantidade de brometo, e cobria uma placa de vidro com o
preparado. Na câmara escura, o colódio iodizado, imerso em banho de prata,
formava iodeto de prata com excesso de nitrato. Ainda úmida, a placa era
exposta à luz na câmara, revelada por imersão em pirogalol com ácido acético e
fixada com tiossulfato de sódio. Em 1864, o processo foi aperfeiçoado e passou-se a produzir uma
emulsão seca de brometo de prata em colódio. Em 1871, Richard Leach Maddox fabricou as primeiras
placas secas com gelatina em lugar de colódio. Em 1874, as emulsões passaram a ser lavadas em água corrente,
para eliminar sais residuais e preservar as placas...
Os irmãos franceses Jean Niceforo e Claude
Niepce são os primeiros a relacionar a imagem realizada com luz e uma câmera
escura. Mas eles não foram os únicos investigadores desta atividade, em que
pese que foram os únicos a chegar ao fim de esta prática.
domingo, 25 de março de 2012
Rafael Aguirre
Rafael Aguirre es un artista cuya profunda interpretación musical y virtuosismo deslumbrante lo definen como uno de los músicos más versátiles de su generación. Sus doce primeros premios en concursos internacionales lo han convertido en el guitarrista español más condecorado en este campo, ganando los eventos mundiales más prestigiosos: Francisco Tárrega, Infanta Cristina, Concurso Alhambra y el concurso de Koblenz (Hubert Kappel) entre otros. Además, es el primer y único guitarrista en ganar el “Schmolz and Bickenbach Competition” para todos los instrumentos en Düsseldorf (Alemania). Sus próximos compromisos incluyen conciertos como solista y con orquesta en Perú, Alemania ,Brasil ,España y una quinta gira en Estados Unidos.A pesar de su corta edad, Rafael Aguirre es un artista internacional que ha tenido la oportunidad de tocar en dieciseis países dando recitales en teatros de renombre como el Tchaïkovsky Hall de Moscú, Carnegie Hall de Nueva York, Palau de la Música de Valencia, Teatro Manuel de Falla de Cádiz,Tonhalle de Düsseldorf, Teatro Nacional de Costa Rica o el Instituto Cervantes de Munich. Sus colaboraciones en música de cámara lo han llevado a algunos de los más importantes festivales de música en Granada, Úbeda y más recientemente en Tel Aviv. Asimismo, a los mejores festivales de guitarra, como el de Monterotondo en Italia, Hallein en Austria y Julian Arcas en España. Ha colaborado con orquestas como la Filarmónica de Málaga, la Sinfónica de Extremadura, la Neue Philarmonie Westfalen y la Orquesta Nacional de Siria.Durante el 2007 Rafael Aguirre grabó dos discos con excelente crítica para los sellos RTVE y Naxos, siendo éste último nominado en los Grammys Latinos en la modalidad de “mejor álbum de música clásica. Tiene previsto dos nuevas grabaciones, una para Naxos nuevamente y otra para el sello alemán KSGEX audio.Nacido en Málaga en 1984, comenzó sus estudios musicales a la edad de 7 años finalizándolos con las más altas calificaciones. Con sólo 16 años, hizo su debut orquestal interpretando el “Concierto de Aranjuez” con la Joven Orquesta de Málaga en una gira por varias ciudades de España y Marruecos. Durante sus estudios su talento excepcional le permitió participar en master clases con maestros como Joaquín Clerch, Ángel Romero, Manuel Barrueco, Leo Brower, David Russel, Alirio Díaz y Roberto Aussel. En la actualidad reside en la ciudad alemana de Düsseldorf enseñando en la Universidad “Robert Schumman” en donde finalizó sus estudios con el Maestro Joaquín Clerch.Rafael Aguirre toca con una guitarra Stephen Connor y la firma de cuerdas D’Addario es su sponsor.rafaelaguirre.com
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